sexta-feira, maio 20, 2011

Timor-Leste / 9º Aniversário da Restauração da Independência

Parabéns a todo o povo timorense por este aniversário!

UNIÃO, PAZ e DESENVOLVIMENTO


Comemorações em Lisboa, pela Embaixada de T-L em Portugal


Teacher, Rebel, Spy, First Lady

Kirsty Sword Gusmão, alias, Ruby Blade

Incredible Journey


Over the course of a decade starting in 1992, Australian Kirsty Sword underwent a remarkable transformation, from mild-mannered teacher, to political activist, to spy for a band of guerillas waging war against a military occupation. By 2002, she was the first lady of the world's youngest nation -- Southeast Asia's Timor-Leste, or East Timor, which celebrates its ninth year of independence on May 20, 2011. Sword Gusmão, as she is now known, recently spoke with LIFE.com and -- through a series of photos, many of them personal and never-before-published -- told her own story and that of the birth of her adopted home.



DAQUI: http://www.life.com/gallery/51911/image/79764786/teacher-rebel-spy-first-lady#index/0

quinta-feira, maio 05, 2011

Novas Medidas de Austeridade da Troika

Olha a troika a dizer...




...que contrariamente ao anúncio de SExa. o primeiro-ministro, o programa português não é mais leve do que o irlandês ou o grego.
...que contrariamente às ameaças de SExa. o primeiro-ministro, nunca sequer foi considerada a hipótese de cortar 13º e 14º mês.
...que muitas das medidas agora acordadas já tinham sido preconizadas há muito pelas instituições europeias, mas nunca implementadas pelo governo.
...que o PEC4 não era específico nas medidas de consolidação orçamental e que não ia suficientemente longe nas reformas estruturais em prol do crescimento económico.
...que por vontade da Comissão, do BCE e do FMI acabavam com as parcerias público-privadas, mas que houve que fazer compromissos.
...que se a ajuda tivesse sido pedida mais cedo as medidas a tomar poderiam ser menos dolorosas.
Olha a troika a dizer, de forma educada mas inequívoca, que no fundo isto...



                                                                                ...foi uma farsa

Já foram anunciadas as novas medidas de austeridade acordadas entre o Governo e a Troika para que Portugal possa receber os 78 mil milhões de €.

Resumidamente, as medidas que só entrarão em vigor no próximo ano, com maior influência na vida dos portugueses:

1. Aumento dos impostos 2012 e 2013
    – Aumento Imposto sobre o Tabaco e do Imposto sobre os Automóveis
    – Subida do IMI e cortes nas isenções
    – Descida do IMT
    – Redução da SS (ainda não quantificada)
    – Reduções nas Deduções do IRS -Entre outras reduções, a dedução do crédito à habitação no IRS   terá tendência para desaparecer nos próximos anos;
     – Subsídio de Desemprego e Rendimento Social de Inserção sujeitos a IRS
     – Aumento do IVA em determinados bens/serviços, nomeadamente no gás e na electricidade

2. Cortes nas despesas do Estado
    – Cortes nas pensões acima de 1.500 €
    – Limitar a entrada de funcionários públicos – reduzir 7.000 trabalhadores por ano (por exemplo saem trabalhadores por exemplo para a reforma e não são substituídos)
    – Promoções Limitadas
    – Não há mais reduções salariais, mas os aumentos congelados até 2013
    – Parcerias Publico-Privadas actuais reavaliadas e congeladas as novas parcerias

3. Contratos de Trabalho - Neste momento estas medidas só são aplicáveis aos novos contratos
    – Alargados os conceitos de inadaptação
    – Indemnização no máximo de 10 dias de indemnização por ano de trabalho + 10 dias por um fundo a constituir pelas empresas

4. Subs de Desemprego
    – Máximo subs desemprego 1048 €
    – Desemprego ao fim de 12 meses de contrato (em vez dos actuais 15 meses)

A taxa de juro que vamos pagar pelos 78 mil milhões ainda não foi determinada.

Em conferência de imprensa destinada a explicar os termos do acordo de ajuda externa a Portugal, o representante da Comissão Europeia, Jurgen Kröger, referiu que as medidas que constam no acordo de entendimento entre o Governo e a 'troika' seriam "menos restritivas nalgumas áreas" se Portugal tivesse pedido ajuda mais cedo, afirmou hoje o chefe de missão da missão, Jurgen Kroeger.

Este responsável acrescentou ainda que o PEC IV foi "um bom ponto de partida" para a elaboração do plano, mas que "não era suficientemente profundo em reformas estruturais", uma vez "que se concentrava apenas em medidas fiscais".

'TROIKA'

"Medidas seriam menos restritivas se Portugal tivesse pedido ajuda antes"

O representante do FMI na 'troika', Poul Thomsen, considerou que ao PEC "faltava medidas mais específicas" e "tinha falhas em termos de reformas estruturais e no sector financeiro". "O objectivo de [reduzir o défice para] 3,9 por cento não estava a ser bem conseguido através do PEC IV", disse Poul Thomsen.


Hoje é dia da língua portuguesa

Bandeira dos países Lusófonos
                    Bandeira dos países Lusófonos / Foto: Arq. OBV


















(Alguns sites consideram o dia 10 de junho, como dia da Língua Portuguesa)

Com mais de 240 milhões de falantes, é a quinta língua mais falada no mundo e usada na Internet, a mais falada no hemisfério sul, a terceira mais falada no mundo ocidental e das que usam o alfabeto latino.
                         
A língua portuguesa é uma língua românica flexiva que se originou no que é hoje a Galiza e o norte de Portugal, derivada do latim vulgar que foi introduzido no oeste da península Ibérica há cerca de dois mil anos.

Tem um substrato céltico/lusitano, resultante da língua nativa dos povos pré-romanos que habitavam a parte ocidental da península (Galaicos, Lusitanos, Célticos e Cónios). O idioma se espalhou pelo mundo nos séculos XV e XVI quando Portugal estabeleceu um império colonial e comercial (1415-1999) que se estendeu do Brasil, na América, a Goa, na Ásia (Índia, Macau na China e Timor-Leste).
Foi utilizada como língua franca exclusiva na ilha do Sri Lanka por quase 350 anos.

É oficial em Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste e, desde 13 de julho de 2007, na Guiné Equatorial. É também falada nos antigos territórios de Índia Portuguesa (Goa, Damão, Ilha de Angediva, Simbor, Gogolá, Diu e Dadrá e Nagar-Aveli) e em pequenas comunidades que faziam parte do Império Português na Ásia como Malaca, na Malásia e na África Oriental como Zanzibar, na Tanzânia.

Possui estatuto oficial na União Europeia, no Mercosul, na União Africana, na Organização dos Estados Americanos, na União Latina, na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e na Associação dos Comités Olímpicos de Língua Oficial Portuguesa (ACOLOP).

No momento atual, o português é a única língua do mundo ocidental falada por mais de cem milhões de pessoas com duas ortografias oficiais (é notado que a inglês têm diferenças de ortografia pontuais mas não ortografias oficiais divergentes). Esta situação deve ser resolvida pelo Acordo Ortográfico de 1990.


Nos séculos XV e XVI, à medida que Portugal criava o primeiro império colonial e comercial europeu, a língua portuguesa se espalhou pelo mundo, estendendo-se desde as costas africanas até Macau, na China, ao Japão e ao Brasil, nas Américas. Como resultado dessa expansão, o português é agora língua oficial de oito países independentes além de Portugal, e é largamente falado ou estudado como segunda língua noutros.


Além disso, encontram-se em várias localidades no mundo numerosas comunidades de emigrantes onde se fala o português, como em Paris, na França, Hamilton, nas Ilhas Bermudas, Toronto, Hamilton, Montreal e Gatineau no Canadá, Boston, Nova Jérsei e Miami nos EUA e nas províncias de Aichi, Shizuoka, Gunma e Mie, no Japão.

O Dia da Língua Portuguesa e da Cultura é comemorado em 5 de Maio, sendo promovido pela CPLP e celebrado em todo o espaço lusófono.




segunda-feira, maio 02, 2011

Um fascista a menos mas ainda muitos tipos de fascismos presentes no mundo

 

Não gosto do fascismo nem do terror. Não gosto do fascismo islâmico, nem do fascismo dos grupos de extrema-direita norte-americanos, nem do fascismo neo-nazi. Não gosto do terror dos gangs associados ao tráfico de droga no mundo. Não gosto dos fascismos disfarçados e dos seus múltilos rostos: do fascismo financeiro por exemplo: "É o fascismo que comanda os mercados financeiros de valores e de moedas, a especulação financeira, um conjunto hoje designado por economia de casino.

[…] por ser o mais pluralista é também o fascismo mais virulento porque o seu espaço-tempo é o mais refractário a qualquer intervenção democrática.[…] O fascismo financeiro em suas variadas formas e âmbitos é exercido por empresas privadas cuja acção está legitimada pelas instituições financeiras internacionais e pelos Estados hegemónicos. São um fenómeno híbrido para-estatal e supra-estatal. A sua virulência reside no seu potencial de destruição, na sua capacidade para lançar no estado natural de exclusão países pobres inteiros." (Boaventura de Sousa Santos, Reinventar a democracia, Cadernos Democráticos, 1998:37-41) Sublinho que a data deste livro não é um erro. É mesmo 1998.   

Também não gosto do terror de nenhuma forma. Não gosto do terror estalinista que nos anos 1930 levou gente como Bukharine, Zinoviev, Kamenev, Preobrajensky a "confessar" crimes imaginários.

Não gosto nem do terror de Robespierre que, em nome da "virtude" revolucionária, levou à guilhotina centenas de pessoas, nem do terror do Termidor que, no dia da execução de Robespierre e Saint-Just, atingiu 90 mortos num só dia; o máximo atingido na revolução francesa. Este é um terror que não costuma ser designado de terror. Não gosto dos fascismos anti-americanos, nem pró-americanos. Tal como não gosto do fascismo e do terror hitleriano anti-comunista e anti-judaico, não gosto to terror pró-israelita nem do terror pró-palestiniano, Tenho uma opinião pessoal sobre as suas diferentes razões de ser mas penso que nunca serão uma solução. Por maiores que sejam os actuais defeitos e insuficiências da democracia não serão nunca estes os meios de resolver e ultrapassar seja o que for.

Devemos talvez recordar Gandhi e Martin Luther King que defenderam a não-violência, pagaram por isso, mas conseguiram atingir uma boa parte dos seus objectivos com meios pacíficos.


por António Pinho Vargas Facebook

segunda-feira, abril 25, 2011

25 de ABRIL, Sempre!

               

O 25 de Abril foi comemorado de Norte a Sul do país de domingo para segunda-feira com concertos, fogo de artifício e marchas um pouco por todo o país.

Cavaco, Sampaio, Soares e Eanes juntaram-se no Palácio de Belém para assinalar o 37.º aniversário da Revolução dos Cravos numa cerimónia que acabou assim por ‘substituir' a tradicional sessão solene comemorativa na Assembleia da República, que este ano foi cancelada depois da dissolução do Parlamento.


Como estão distantes os ideais de Abril!...

Distantes no tempo mas, sobretudo, distantes da vida 'democrática' que hoje vivemos.
Não foi para chegarmos a esta situação que os Capitães de Abril fizeram a revolução.
Dos 3 D's apenas 2 se podem considerar atingidos, a Descolonização e a Democratização.
Quanto ao Desenvolvimento, estamos longe de o atingir. Basta ver a situação económico-financeira em que o país se encontra mergulhado!

Esta democracia que agora temos tem muitas deficiências - sobretudo ao nível da distribuição da riqueza e da igualdade.

O povo português tem de tomar nas suas mãos o destino do país. E tem agora, a 5 de Junho, oportunidade de mostrar o seu desagrado, a sua indignação, para com a classe política e os partidos.

O descrédito nos partidos que têm dividido entre si os lugares na Assembleia da República é tão grande que só uma votação duma maioria muito grande da população e uma participação mais activa da sociedade civil permitirão ultrapassar.

 
"Para aqueles que dizem que "não foi para isto que se fez o 25 de Abril", eu contraponho: "o 25 de Abril não chegou a fazer-se". Os antibióticos têm de ser tomados até ao fim das doses prescritas, para matar os agentes infecciosos. Na sociedade portuguesa, a meia dúzia de cápsulas tomadas à pressa em 1974, deixaram resquícios totalitários e fascistoides, que os democratas não conseguiram nem sabem como controlar. Tal como o virus da SIDA, vivem escondidos no sistema linfático do estado mascarados de "defesas". Enquanto se mantiverem inimputáveis, não digam que vivemos em democracia, porque... não é verdade. Eu qq dia falo das minhas experiências. Por agora, não me levem a mal que faça como Pilatos, e lave daí as minhas mãos. Não tenho mais corpo para dar às balas".


quinta-feira, abril 21, 2011

Governo português é vítima dos «abutres» do rating


Presidente de Timor-Leste diz que agências de notação financeira especulam com a situação portuguesa.

O Presidente de Timor-Leste, José Ramos-Horta, disse esta segunda-feira que o Governo de Sócrates foi vítima dos «abutres» das empresas de rating, que especulam com a situação portuguesa, mas não dão notação B aos Estados Unidos, que têm um défice «assustador».

«Do que eu tenho analisado ao longo dos meses, é óbvio que o actual governo de José Sócrates fez esforços enormes. São as agências de rating que manipulam, deliberadamente ou por pura ignorância, os mercados e levam a países que se têm de financiar nos mercados internacionais, como Portugal, a pagar juros excessivamente elevados, o que é totalmente inaceitável», sustentou o Presidente timorense.

«São as tais que não conseguiram ou não quiseram alertar os investidores para as falcatruas que se fizeram em Wall Street e em várias agências de investimento e bancos americanos, e para investimentos imobiliários especulativos, nos EUA, em Inglaterra, no Dubai. Por isso não têm credibilidade», disse, numa entrevista conjunta à Lusa e RTP em Díli.

Ramos-Horta considera «estranho» que as agências de rating «não falem na economia italiana, muito mais endividada do que a portuguesa, ou mesmo dos EUA».

O défice americano «é assustador», considerou. «Se por hipótese a China retirar de lá os seus investimentos, os Estados Unidos poderão pagar? Creio que não. Os chineses sabem-no e isso provocaria uma debandada em relação ao dólar, que não interessa a ninguém, muito menos a Timor-Leste que já está a sofrer desde há três anos com a depreciação do dólar que ocorre precisamente devido ao défice americano. Mas não vemos as agências de rating a dar notação B aos Estados Unidos», comentou.

Segundo o Presidente timorense, «obviamente que nem tudo está bem em Portugal, mas o que está mal tem vindo a ser corrigido».

DAQUI

Compra de dívida portuguesa tem acordo de Xanana e Alkatiri - Ramos-Horta


O Presidente de Timor-Leste, José Ramos-Horta, disse hoje que a iniciativa timorense para a compra de dívida portuguesa, com outros países, tem a concordância do primeiro ministro, Xanana Gusmão, e do líder da oposição, Mari Alkatiri.

"O que eu propus, em consonância com o primeiro-ministro, Xanana Gusmão, e com o líder do principal partido da oposição, Mari Alkatiri, é uma iniciativa inovadora na história financeira moderna", disse.

O Presidente timorense adiantou que o primeiro ministro, Xanana Gusmão, tem-se envolvido em diligências nesse sentido, nomeadamente na sua recente deslocação ao Brasil.

"Conversou com a Presidente Dilma sobre isso e ela reagiu muito positivamente e esperamos sensibilizar também os angolanos para este projeto", disse o chefe de Estado timroense em entrevista conjunta à Lusa e RTP em Díli.

Ramos-Horta afirma que Timor-Leste sozinho pode comprar "alguma dívida portuguesa, como já investiu na dívida soberana australiana, grega ou italiana".

"Para nós é um investimento, como temos estado a investir ao longo de cinco anos, sem grande lucro, nas promissórias do tesouro americano", explica.

O Presidente timorense prefere uma ação concertada com o Brasil e Angola e, eventualmente com outros países, "para moralizar um pouco" o mundo financeiro internacional.

"Numa segunda fase, podemos mesmo mobilizar a China para combater essa onda especulativa porque também interessa aos chineses pôr um travão nisso", admite.

É, no entanto, no quadro da CPLP que Ramos-Horta preconiza a intervenção, apontando o Brasil, Angola e possivelmente Moçambique, para além de Timor-Leste, como os países que podem comprar dívida portuguesa, por negociação direta com o governo português que sair das próximas eleições.

Ramos-Horta referiu o caso concreto do Brasil, "que foi um país endividado e que no passado sofreu muito com o FMI, e hoje tem grande liquidez e uma economia emergente à escala mundial", e também de Angola, que "tem também liquidez" e "poderio" proveniente do petróleo e dos diamantes, além de Timor-Leste, "com uma dimensão muito menor, mas também com alguma liquidez".

Em relação ao Brasil, Ramos-Horta salienta que "tem de defendido ao longo dos últimos anos uma nova ordem económica internacional, mais justa", pelo que "é a altura de fazer por isso".

"Quanto a Angola, não me parece que haja dificuldades, até porque já está a investir fortemente em Portugal, mas ainda não conversámos sobre isso, o que deveremos fazer numa próxima deslocação àquele país", esclareceu.


MSO
Lusa

quinta-feira, novembro 25, 2010

TLA - Timor-Leste Air Lines

Timor-Leste vai ter uma companhia aérea de bandeira, de modo a potenciar o mercado do turismo e promover a imagem do país no mundo.

segunda-feira, maio 10, 2010

Título do Benfica faz renascer congénere em Timor


Antigos sócios e jogadores reuniram-se para ressuscitar clube


O triunfo do Benfica na liga portuguesa, com a enorme onda de euforia que se lhe seguiu, contagiou até a população de Timor-Leste e levou antigos sócios e jogadores do Sport Díli e Benfica a reunirem-se para ressuscitar o clube.

Vários elementos do clube entretanto extinto reuniram-se em assembleia-geral, no anfiteatro da Fundação Oriente, com o objectivo de reactivar o clube timorense, que contava com inúmeros adeptos na época da administração portuguesa.

Ao encontro não faltou sequer o antigo jogador do clube, e hoje vice-primeiro ministro, Mário Viegas Carrascalão, nem o também antigo jogador, e ex-primeiro ministro timorense, Mari Alkatir, que ficou nomeado presidente da Assembleia-Geral.

O encontro já nomeou, de resto, a direcção provisória, presidida por Fernando Encarnação, e que tem a missão de conduzir o clube até à realização de eleições. Foram ainda votados os elementos dos corpos sociais e aprovados os estatutos provisórios.

Ficou desde já marcada nova assembleia-geral para 6 de Junho, altura em que deverão ser aprovados os estatutos definitivos e eleitos os novos corpos gerentes. A ideia é tornar o Benfica de Díli novamente um clube popular em Timor-Leste.

domingo, março 28, 2010

SEMANA SANTA EM TIMOR...


POR OCASIÃO DA PÁSCOA, MULHERES DE TIMOR-LESTE CARREGAM MADEIROS ATÉ À IGREJA DE KOMORO, EM DÍLI.

quarta-feira, janeiro 20, 2010

Petição a favor do Haiti


Enquanto o Haiti recupera da sua catástrofe, por favor trabalhe para assegurar o cancelamento imediato da sua dívida externa, no valor de 1bilião de US dólares e garanta que o apoio humanitário de emergência às vítimas do terramoto será sob a forma de donativos e não como empréstimos, assinando a seguinte petição

ASSINE JÁ
http://one.org/international/actnow/haiti/o.pl?id=1408-2522567-x3bSJox&t=3

Petition text:

As Haiti rebuilds from this disaster, please work to secure the immediate cancellation of Haiti’s $1 billion debt and ensure that any emergency earthquake assistance is provided in the form of grants, not debt-incurring loans.

Haiti needs a sustained international effort as it seeks to recover from this earthquake. The current outpouring of support is encouraging, and now we need to cancel Haiti’s debt so the country can start its recovery without the burden of debts it won’t be able to pay. In addition we must be vigilant that new aid doesn’t come in the form of loans that would create new debt for Haiti.
But here and now, there is a very clear goal: let’s get rid of this crippling debt.

Thank you,
Keren Dongo
Community Engagement Manager, ONE.org

segunda-feira, janeiro 18, 2010

Catástrofe no Haiti

Mortos podem ser mais de cem mil

O terramoto de magnitude 7 atingiu o Haiti na terça-feira, 12/01/10, destruindo vários prédios na capital e causando devastação naquele país da América Central. O sismo afectou a estrutura de telecomunicações do país e as informações sobre vítimas e danos são ainda impossíveis de dar.
René Préval, presidente do Haiti, afirmou ao jornal Miami Herald, que o sismo de terça-feira terá provocado "milhares de mortos" e que a situação na capital, Port-au-Prínce, é "inimaginável".
Em declarações à CNN, o primeiro-ministro haitiano, Jean-Max Bellerive, admite que o número de mortos ultrapasse os cem mil. O chefe de estado conta que o prédio do Congresso, hospitais e escolas foram destruídos, bem como o seu palácio presidencial. E relata que muitas pessoas ficaram soterradas em escolas.
O presidente pediu ajuda internacional para o país devastado, enquanto a primeira-dama, Elisabeth Préval, lamenta: "É uma catástrofe"!
Terramoto entre os mais fortes de sempre
O Haiti, país mais pobre da América e de todo o hemisfério ocidental, foi abalado terça-feira por um sismo de magnitude 7 na escala de Richter, o mais forte da sua história e um dos 15 mais violentos dos últimos 20 anos.
Com uma das maiores taxas de densidade populacional do mundo, o Haiti tem cerca de 80 por cento da população a viver abaixo do limiar da pobreza e 54 por cento em pobreza extrema.
O Haiti teme consequências "catastróficas" após o sismo que atingiu terça-feira o país e que arrasou vários edifícios, onde várias pessoas deverão encontrar-se presas entre os escombros.


Fonte: Visão online

sexta-feira, novembro 20, 2009

Direitos da Criança - 20 anos depois...


A Convenção sobre os Direitos da Criança, adoptada há exactamente 20 anos, a 20 de Novembro de 1989, é o tratado mais ratificado da História.

20 anos depois da convenção dos direitos da criança há muito para fazer. Por todo o mundo, fome, tráfico de crianças e trabalho infantil continuam a ser uma realidade e a crise mundial agravou a situação de pobreza que afecta milhões de crianças.

Composta por 54 artigos, a Convenção assenta em "quatro pilares fundamentais" - não discriminação, interesse da criança, direito à vida e ao desenvolvimento, respeito pela opinião da criança - e define padrões para protecção de menores de 18 anos. Em 2000, a ONU adoptou dois protocolos facultativos: um sobre venda de crianças, prostituição e pornografia infantil, outro sobre envolvimento em conflitos armados.


Em Portugal, nas últimas décadas, a situação registou grandes avanços, por exemplo ao nível da educação, da saúde e até da protecção contra abusos.

Contudo, violações de crianças, maus tratos fisicos e psicológicos, crianças arrancadas do ambiente da familia que sempre conheceram, crianças discriminadas por causa da raça. Tudo existe ainda em Portugal, onde estão os progressos?
Penso que ainda há muito a fazer para que se cumpram os direitos das crianças. Ainda que se possa fazer mais em termos de legislação para defender, por exemplo, as crianças vitimas de maus tratos, acredito que muitos dos problemas estão relacionados com a falta de educação e com a forma como se olha para as crianças.

Só os EUA e a Somália ainda não subscreveram a Convenção, apesar de terem manifestado essa intenção e de o Presidente norte-americano, Barack Obama, já ter confessado "embaraço" por estar na companhia de "um país sem lei".
O trabalho de governos e organizações de apoio à criança tem dado frutos, como referem os indicadores da Unicef, Fundo das Nações Unidas para a Infância. Só que o texto da lei esbarra muitas vezes tanto em problemas como a pobreza e a guerra como em tradições e atitudes culturais. É o caso, lembrado numa edição comemorativa dos 20 anos da Convenção, da mutilação genital feminina.

Como escreve nesse relatório Ann Veneman, directora executiva da Unicef, a agenda dos direitos da criança "está longe de ser totalmente cumprida" e milhões continuam sem protecção e sem serviços essenciais. A crise veio também "expor muitas crianças ao agravamento da fome, da subnutrição, da falta de oportunidades e do sofrimento", porque quase 45 por cento da população mundial tem menos de 25 anos.

O atraso dos EUA tem sido justificado pela necessidade de verificar a compatibilidade do texto da Convenção com a legislação federal e de cada um dos estados.

quarta-feira, novembro 11, 2009

18º Aniversário do Massacre de Santa Cruz - Timor



12 Novembro de 1991

Assinala-se hoje o 18º Aniversário do ‘Massacre de Santa Cruz’, ocorrido em 12 de Novembro, em Díli.

A força das imagens captadas por Max Sthall , e depois difundidas mundialmente por todas as cadeias de televisão, deu a conhecer ao mundo as atrocidades que a Indonésia cometia, impunemente, sobre os naturais da antiga Colónia Portuguesa, invadida pela Indonésia em Dezembro de 1975, que passou a considerar Timor como a sua 27ª província.
Foi a partir deste, tristemente célebre, acontecimento que Timor atraiu sobre si a atenção da comunidade internacional, acordou as consciências, e fez com que a Luta dos timorenses pela libertação da Indonésia passasse a constar da agenda mediática de muitos países e activistas, lembrando ainda à ONU o ‘problema’ de Timor.
Sem a difusão maciça daquelas imagens, o mundo continuaria a ignorar o genocídio que vinha sendo cometido sobre os timorenses, desde 1975, e que se prolongaria ainda até Setembro de 1999, após a realização do Referendo pela auto-determinação e subsequente intervenção das forças da ONU (Interfet) para fazer cessar a violenta retaliação das forças indonésias face ao resultado do referendo – esmagadora maioria da votação a favor da libertação da Indonésia.


O Presidente da República e o Primeiro-Ministro de Timor-Leste estiveram hoje no cemitério de Santa Cruz, para prestar homenagem às vítimas do massacre, cuja verdadeira dimensão ainda hoje se desconhece, embora vulgarmente sejam apontados mais de 200 mortos e muitos feridos e desaparecidos.

Fonte: Arquivo & Museu da Resistência Timorense

Aqui fica também a minha singela homenagem aos massacrados de Santa Cruz e, igualmente, a todos os que, ao longo de 24 anos, lutaram e deram a vida pela libertação de Timor.

segunda-feira, novembro 09, 2009

20º aniversário da queda do muro de Berlim


O muro caiu por causa de uma gafe

A queda abrupta do muro de Berlim deveu-se a um erro do porta-voz do Politübro do partido comunista da RDA. O episódio é recordado, esta segunda-feira, 9, no Canal de História, num ciclo de documentários dedicado ao 20º aniversário da queda do muro de Berlim

No Outono de 1989 os acontecimentos no território da antiga República Democrática Alemã sucediam-se a uma velocidade estonteante. Os duros do regime tinham sido afastados do poder e substituídos por elementos mais disponíveis para dialogar com os movimentos da oposição.

Günter Schabowski, porta-voz do Politübro, dava diariamente a cara pelo governo e anunciava a novas medidas em conferências de imprensa que eram transmitidas em directo.

Naquela tarde fria de 9 de Outubro, Schabowski, hoje com 80 anos, entrou na sala para ler o comunicado dando conta da resolução do governo que autorizava os alemães orientais a viajar para o ocidente sem quaisquer restrições burocráticas.

Schabowski acabara de receber a nota e mal a lera. No final da conferência, um jornalista da NBC perguntou-lhe quando é que as novas regulações entrariam em vigor. Ele passou os olhos pelo papel e respondeu: "Sofort, unverzüglich [Já, imediatamente]" .

Nesse mesmo instante, a agência Reuters noticiou que os alemães orientais podiam, desde logo, atravessar a fronteira inter-alemã em qualquer ponto. Ao mesmo tempo, as notícias transmitidas pela televisão da Alemanha ocidental (nessa altura uma das principais fontes de informação independente para a população da Alemanha de Leste) anunciavam que o muro de Berlim estava a ser aberto.

Poucos minutos depois, dezenas de milhares de alemães orientais começaram a confluir para o muro que dividia a capital do país dividido. Sem ordens dos seus superiores e sem saber o que fazer, os guardas fronteiriços simplesmente abriram a fronteira para deixar passar as multidões, através deste marco da cortina de ferro que separou a Alemanha e o mundo em campos antagónicos.

O "Erro de Schabowski" é o título de um documentário com que o Canal de História inicia esta segunda-feira, 9, às 22 horas, um ciclo de programação dedicado ao 20º aniversário da queda do Muro de Berlim.

O especial "Berlim, 20 anos sem o Muro" vai prolongar-se até 15 de Novembro e conta com seis documentários "actuais e exclusivos" que incluem material de arquivo inédito (como filmes de propaganda e vídeos amadores) e entrevistas com antigos guardas do muro, espiões, políticos e jornalistas, ente outros.

DAQUI


Fonte: Radio Renascença

quarta-feira, outubro 28, 2009

Especial Gripe A


A Gripe A está a afectar o mundo inteiro. Mulheres grávidas, bebés e crianças são dos grupos mais sensíveis. Saiba como proteger-se e proteger os seus filhos.

Saúde em tempo de gripe
pandemia da gripe A (H1N1)v
Conheça algumas medidas preventivas suplementares no que respeita às crianças e à família em geral.

10 passos para evitar o vírus H1N1. Siga-os...
Se tem sintomas de gripe... aqui ficam as recomendações essenciais.

segunda-feira, agosto 24, 2009

30 de Agosto - o Dia em que os timorenses votaram pela liberdade


Timor-Leste 1999 - Cronologia

25 Janeiro 1999
Yusuf Habibie faz a primeira referência pública à possibilidade de Timor-Leste se separar da Indonésia.
27 Janeiro 1999
O ministro da informação indonésio, Yunnus Yosfia, anuncia que, se os timorenses rejeitarem a proposta de autonomia, o governo indonésio proporá à Assembleia Consultiva do Povo a anulação da integração de Timor-Leste, abrindo a porta à independência.
11 Março 1999
Portugal e Indonésia acordam em Nova Iorque que a consulta aos timorenses se fará através de escrutínio secreto.
05 Maio 1999
Assinatura dos Acordos de Nova Iorque entre Portugal e a Indonésia, sob a égide do Secretário-Geral das Nações Unidas, para organização de uma Consulta Popular ao Povo de Timor-Leste.
11 Junho 1999
0 Conselho de Segurança aprova a Resolução n° 1246, que institui a UNAMET (United Nations Mission in East Timor).
16 Julho a 5 Agosto 1999
Recenseamento de 451 719 eleitores em Timor-Leste e na diaspora.
09 Agosto 1999
Assinatura do Código de Conduta para a campanha política.
10 Agosto 1999
Acantonamento unilateral das FALINTIL, que, obedecendo às instruções do Comando da Luta, resistem às provocações das forças militares indonésias e das suas milícias.
14 Agosto 1999
Início da campanha para a consulta popular.


30 Agosto 1999
Consulta popular: votam 98,6% dos recenseados.


Esta é a fria cronologia dos factos que antecederam o Referendo de 30 de Agosto, há precisamente 10 anos.

Contudo, o dia da consulta popular foi o "Dia". Aquele em que os bravos timorenses ignoraram as ameaças dos indonésios, enfrentaram o medo, e deram ao mundo uma lição de coragem e determinação sem igual.

Dez anos passados, é hora de festejar uma data tão significativa e tão especial, em que os timorenses se uniram em nome dum desígnio maior!

Mas também é hora de pensar no futuro, de reconquistar essa união, de construir um país mais justo e mais próspero.

Os últimos anos são muito promissores e apontam para a Nação livre e independente sonhada com o referendo de 1999.


Parabéns Timor-Leste!
"Libertada a Pátria, libertemos o Povo"!


segunda-feira, julho 27, 2009

3 Meses em Timor (III)












sexta-feira, julho 03, 2009

3 Meses em Timor (II)